Fysol Platform

Cinco obras no mês.Duas equipes na rua.E só você sabe de tudo.

Qual obra é prioridade essa semana. Que material precisa comprar até sexta. Se a visita técnica daquele cliente já foi feita. Onde parou o orçamento que você mandou terça — e se o contrato voltou assinado.

Nada disso está escrito em lugar nenhum. Está em você.

Quero meu lugar na fila →

Você não tem uma empresa.
Você tem uma empresa que só funciona enquanto você está acordado.

Terça, 22h40.

Você chegou da obra às oito. Agora está na mesa da cozinha com dois orçamentos pra fazer, e o primeiro leva quarenta minutos porque você tem que rolar a conversa do fornecedor pra cima até achar o preço do módulo.

Quinta, na obra.

O instalador te liga do telhado: o cabo que chegou não é o do projeto. Você compra de novo, do seu bolso. E o pior nem é o dinheiro — é que você não consegue lembrar se pediu errado ou se mandaram errado, porque o pedido foi por áudio, três semanas atrás.

Domingo, três da tarde.

O telefone toca e você já sabe: ninguém liga no domingo pra dizer que deu tudo certo. É a cliente do bairro alto. A equipe marcou de ir na sexta e não foi. Ninguém avisou ela — e ninguém avisou você.

Dia 30.

O vendedor senta na sua frente e diz que fechou quatro no mês. Você abre a planilha de comissão, aquela que vem sendo arrastada de ano em ano. Você sabe que tem coisa errada nela. E paga assim mesmo, porque conferir levaria a noite inteira.

Qualquer dia, no WhatsApp.

Quarenta conversas não lidas. Trinta são a mesma pergunta escrita de trinta jeitos: “e o meu, como tá?”. Você não sumiu — você estava no telhado. Mas pra ele, quem não responde sumiu.

O problema não é você.
É que a obra mora em cinco lugares e nenhum deles conversa com o outro.

A venda está no WhatsApp. O projeto está numa pasta. A compra do material está num áudio para o fornecedor. A agenda da equipe está num grupo. E o dinheiro está no extrato do banco, três semanas depois.

Com uma obra por mês isso funciona. Você segura tudo de cabeça e ninguém percebe. Com cinco por mês e duas equipes na rua, a conta não fecha mais — não porque você ficou pior, mas porque a empresa cresceu e o jeito de tocar ela não cresceu junto.

E aí uma hora a bomba estoura. A equipe sai para instalar sem o material. Alguém pede vistoria de uma obra que ainda não tem projeto pronto. O cliente descobre antes de você.

A gente não comprou esse sistema.
Construiu, na ordem em que a casa foi apertando.

São onze anos instalando solar aqui em Unaí. Mais de mil projetos entregues, quinze megawatts no telhado dos outros. E durante boa parte desse tempo a nossa obra também morava espalhada — planilha, caderno, grupo de WhatsApp.

A primeira coisa que apertou foi a venda. Quem nunca esqueceu se mandou o orçamento ou não, o que foi prometido naquela negociação, se o contrato voltou. Foi por aí que a gente começou.

Só que quem vende precisa entregar. Aí vieram juntos a visita técnica e o projeto — porque não adianta ter o que foi vendido no papel se ninguém subiu no telhado pra ver se cabe. Depois a agenda das equipes, dividida entre obra nova e manutenção. Depois o pós-venda, o cliente que continua existindo depois que o sistema começa a gerar. E, por fim, a compra do material.

Onze anos organizando isso — errando, arrumando, errando de novo. O que ficou de pé é o que a gente usa hoje, todo dia, para tocar as obras da Fysol.

Da primeira conversa até a última parcela da comissão,
num lugar só.

A venda

Cada orçamento com cliente, valor, situação e data. Você abre e vê o que foi mandado e o que está esperando resposta — sem rolar conversa.

A visita técnica

O técnico sobe no telhado com roteiro na mão e volta com foto e medida. O que ele viu lá em cima entra na obra — não fica num áudio que ninguém acha depois.

O projeto

O que foi vendido e o que foi visto viram projeto sem ninguém redigitar potência, modelo de inversor ou CPF. O dado entra uma vez.

A compra

O material sai do que foi projetado, não da memória. Quando o caminhão chega, dá para conferir contra o que a obra pediu.

A agenda e a instalação

Quem está em qual telhado hoje, o que é obra nova e o que é manutenção. A equipe marca a etapa no celular, com foto — e a foto fica na obra.

O pós-venda

O cliente depois que o sistema está gerando: garantia, chamado, manutenção. Ele não desaparece do mapa no dia em que a equipe desce do telhado.

Lista de orçamentos da plataforma Fysol, com cliente, valor, situação e data de cada proposta
A venda inteira numa lista: o que foi enviado, o que está esperando resposta e o que já virou contrato. — toque para ampliar
Visita técnica no celular: roteiro por seções, campos preenchidos e foto do telhado anexada
A visita técnica na mão do técnico, em cima do telhado. O roteiro pergunta, ele responde e anexa a foto — e aquilo entra na obra. — toque para ampliar
Requisição de compra aberta, mostrando a proposta de origem e os materiais que vieram do projeto
A requisição de material nasce da proposta — cabo, conector, grampo, disjuntor. Ninguém digita a lista de novo, e dá para conferir o que chegou. — toque para ampliar

E o dinheiro correndo por baixo de tudo isso, desde a hora em que a proposta é aceita: parcela, comissão de vendedor com nome e dono, o que entrou e o que falta entrar. A última linha do mês para de ser exercício de memória.

Aba de comissões do financeiro: pessoa, origem da venda, percentual, valor e situação de cada comissão
Cada comissão com nome, a venda que a originou e em que pé está: provisionada, a pagar ou paga. — toque para ampliar

Não é mágica e não é robô. É o básico que uma empresa de solar precisa ter — e que quase nenhuma tem, porque montar isso do zero custa anos.

Chão de fábrica não se imita.

Existe software de gestão feito por quem estuda o setor de fora, com tela que serve pra oficina, pra clínica e pra empresa de solar. Muda o rótulo do campo e pronto.

E existe ferramenta feita por quem apanhou. Que nasceu porque alguém estava perdendo material, pagando comissão sem conferir e fechando o mês no escuro — e cansou.

Esta é a segunda. Ela apanha todo dia numa obra de verdade, com dinheiro de verdade em cima. Quando ela falha, quem paga somos nós.

11+

Anos no mercado

1.000+

Projetos entregues

15 MW

Instalados

Tela da plataforma Fysol: o pipeline da obra, do orçamento ao pós-venda, com quantas estão em cada etapa
A tela que a equipe da Fysol abre de manhã: cada obra da casa na etapa em que está. — toque para ampliar

Unaí, Noroeste de Minas.

Antes de construir, a gente comprou.
E se queimou nas mesmas três coisas que você.

Isso aqui não é lista de objeção que a gente imaginou que você teria. É o que aconteceu com a Fysol, com dinheiro nosso, antes de existir uma linha desse sistema.

A gente pagou implantação — e a equipe voltou pro WhatsApp.

Não foi má vontade de ninguém. É que o caminho no sistema era mais difícil que mandar áudio no grupo, e quando é assim o grupo ganha, sempre. Por isso o que a nossa equipe faz no celular hoje é curto: marcar a etapa e tirar a foto. Se ficar mais complicado que o áudio, a gente já sabe o que acontece.

A gente pagou e teve que mudar a empresa pra caber no sistema.

O que a gente comprou não fazia o que a nossa obra precisava. Em vez de a ferramenta se ajustar à gente, a gente é que foi se ajustando a ela — o jeito de trabalhar, a equipe, o processo. Este aqui nasceu do lado contrário: foi a ferramenta que se entortou pra caber na obra.

Quem tinha feito nunca tinha visto uma obra.

Dava pra sentir na primeira tela. Faltava a palavra certa, faltava a etapa que existe de verdade, sobrava campo que ninguém preenche. Essa é a única em que a gente responde sem argumentar: quem escreveu o nosso chega em casa com poeira de telhado no sapato.

Foi depois dessas três que a gente parou de procurar e começou a construir.

Ela ainda não está à venda.
E é exatamente por isso que vale entrar agora.

Ela não foi feita pra vender. Foi feita porque a gente estava perdendo dinheiro e não sabia onde. E, enquanto você lê isso, ela está trabalhando numa obra nossa.

Não tem preço. Não tem data. Não tem demonstração ensaiada com cliente de mentira dentro.

O que existe é a decisão de abrir para empresas de fora pela primeira vez — e, quando abrir, vai ser para poucas por vez. Quem entrar vai ser acompanhado de perto por quem construiu o sistema, e isso não se faz em lote. Depois que a fila anda, essa conversa não volta.

O que existe é uma fila.
E ela anda por ordem de chegada.

Seu lugar é marcado pela data em que você entrar.

Quando abrir, a gente chama na ordem. Quem entrou antes é chamado antes.

O que você responder agora muda o que a gente constrói.

Enquanto o sistema não está fechado, quem está na fila é ouvido. Depois que abre, vira mais um pedido no meio de cem.

Quando chegar a sua vez, você vê a tela que a nossa equipe abre de manhã.

Com obra de verdade dentro, não com dado de exemplo.

Você fica sabendo antes de existir anúncio.

Quando tiver preço e data, quem está na fila é avisado primeiro.

Silêncio até lá.

Nenhuma propaganda. Você só ouve falar da gente quando houver o que contar.

Obra aberta na plataforma: visita técnica vinculada, dados do sistema e as seis etapas da instalação com a etapa atual destacada
Uma obra por dentro: a visita que a originou, o sistema que vai subir no telhado e em qual das seis etapas a equipe está agora. — toque para ampliar

Isso foi feito pra quem já sente o aperto.

Quatro, cinco obras no mês, mais de uma equipe na rua, e a sensação de que uma delas vai furar essa semana sem ninguém perceber a tempo. Se você leu as cenas lá em cima e reconheceu a sua terça-feira, é de você que a gente está falando.

E se você ainda faz uma obra por mês, a verdade é que a planilha dá conta — a gente não vai fingir o contrário pra você entrar na fila hoje. Entre assim mesmo, se quiser: o dia em que a conta parar de fechar chega antes do que parece, e aí você já vai estar na ordem.

Seu lugar na fila é a hora em que você preencher isso.

Duas perguntas rápidas, e uma delas importa mais do que parece: se você trabalha por conta própria ou tem empresa. É isso que decide o que a gente constrói primeiro.

Sem preço, sem compromisso e sem vendedor te ligando. Só o aviso quando abrir.

Como você trabalha hoje?

Ao enviar, você concorda que a Fysol use estes dados para responder ao seu pedido, e com a Política de Privacidade. Você pode pedir a exclusão quando quiser.

As perguntas que a gente sabe que você tem — inclusive as chatas.

Vou ser cobrado por entrar na fila?

Não. Não existe cobrança porque ainda não existe preço.

Quando abre?

Ainda não temos data. A gente prefere não marcar uma e não cumprir — quem está na fila é o primeiro a saber.

Vocês vão me ligar pra vender?

Não. Você é avisado quando abrir, e só.

E se eu entrar e depois não quiser mais?

Você pede pra sair e sai. Sem conversa de retenção.

Funciona pra quem trabalha sozinho?

Tem parte daqui que já serve pra você e parte que foi feita pra empresa com equipe. Marque no formulário como você trabalha — assim, quando a gente chamar, chega com o que cabe no seu dia, e não com o pacote inteiro.

Terça que vem, dez e meia da noite,
você vai estar em algum lugar.

A gente ficou nesse lugar durante uns bons anos. Saiu de lá construindo o que não existia pra comprar.

Quando isso abrir, vai abrir pra pouca gente por vez. A fila é por ordem.

Quero meu lugar na fila →